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Estações do metrô escondem museus e palácios

Tentar pegar um metrô em Manhattan pode se transformar em um martírio, não só pela possibilidade de se perder na imensa malha férrea mas porque o visual do subsolo nova-iorquino não se compara em nada ao da superfície. Em outras cidades, no entanto, as estações do metrô são atração obrigatória para os turistas. Algumas têm o valor de exposições de arte, destaca a revista Superinteressante.
Moscou. Ir ao subsolo significa entrar no chamado "palácio do povo". As galerias têm chão de mármore, lustres de cristal e teto decorado. "É o Kremlin por R$ 1, o preço da passagem", anota a revista.
Estocolmo. O espaço debaixo da terra serve como museu. Das 100 estações, 90 têm obras de arte, totalizando 110 quilômetros da "maior exibição do mundo".
Bruxelas. Os belgas estampam nas paredes personagens dos quadrinhos de Tintin, mundialmente famosos.
Nápoles. Um retrato de Einstein convive ao lado do de Mao Tsé-tung e de outras figuras históricas.
Paris. Aqui cabe uma exceção. A atração não fica tão perto da linha do trem. Do teto de vidro da Gare Saint Lazare, imortalizada por pintores como Monet e Manet, é possível vislumbrar a arquitetura da Cidade Luz.