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E comemora a queda na taxa de desemprego
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu programa semanal de rádio, Café com o Presidente, negou que o aumento médio de 8% - acima da inflação - nos benefícios do Bolsa-Família seja eleitoreiro. Lula afirmou que a razão do reajuste foi o aumento do preço dos alimentos. "[O cálculo] foi feito pelo Ministério do Desenvolvimento Social. E aqueles que falaram que era eleitoreiro são pessoas que me parece que perderam a sensibilidade", afirmou Lula, nesta segunda-feira, segundo a Agência Brasil. "Nós entendemos que a parte mais pobre da população, que ganha uma ajuda para comprar comida para levar para casa e sustentar a família merecia que a gente fizesse a reposição inflacionária", disse o presidente. Segundo Lula, o governo aceitou reajustar o benefício porque tem dinheiro suficiente no orçamento para tal. O presidente disse ainda que o governo pretende continuar aumentando o benefício. "Na medida em que puder reajustar mais nós vamos reajustar mais fortemente porque os que recebem o Bolsa-Família são a parte mais pobre da população e nós precisamos cuidar dessa gente com muito carinho", disse. Lula também aproveitou para comemorar a pesquisa divulgada na última semana pelo IBGE que mostra uma queda do desemprego no País. Ele disse acreditar que a taxa será reduzida ainda mais com os investimentos que o governo tem feito no PAC e os investimentos das empresas privadas. O presidente falou ainda sobre o prêmio que o governo entregará no segundo semestre às prefeituras que administrem com eficiência os programas de merenda escolar. "Esta premiação permite avaliar, selecionar e divulgar as boas gestões públicas municipais do programa de alimentação escolar", disse. Para Lula, é "extremamente importante" que os prefeitos participem para divulgar as coisas boas que fazem, já que "muitas vezes eles são só criticados", informa O Estado de S. Paulo.